domingo, 27 de novembro de 2011

Criolo Doido - Nó na orelha (2011)


Criolo, nome artístico de Kleber Cavalcante Gomes, foi um dos precursores das rinhas de MCs na cidade de São Paulo. Após 20 anos vivendo e compondo no meio musical do rap e hip-hop da zona sul, o cantor — mais conhecido, anteriormente, por Criolo Doido — resolveu expandir suas fronteiras com Nó Na Orelha (2011), disponibilizado hoje para download.
O primeiro trabalho de estúdio de Criolo foi Ainda Há Tempo, de 2006. Cinco anos depois, o MC lança o que chama de seu primeiro “disco de canções”, sem abandonar completamente o rap: influências de reggae, samba e até um bolero-brega são marcantes em Nó Na Orelha, produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral.
Baixa aí, que já era.
01 Bogotá
02 Subirudoistiuzin
03 Não existe amor em SP
04 Mario
05 Freguês da meia noite
06 Grajauéx
07 Samba Sambei
08 Sucrilhos
09 Lion man
10 Linha de Frente

sábado, 19 de novembro de 2011

Consciência Negra


Consciência negra eu tenho todo o dia, quando me levanto, depois de uma noitada de sono. Ontem, de madrugada, durante um rolezinho de final de semana, uma amiga me disse que sou moreno, como se ser negro fosse uma anormalidade. Discordei dela, falei que pra mim, ou é negro ou é branco; e meus traços físicos (cabelo crespo, nariz achatado, lábios grandes...) não me deixam mentir. Algumas delas ficaram sem o que falar, já que esperavam uma aprovação de minha parte. Logo mudamos de assunto e a noite rolou.
Eu, graças a Deus, não tenho mais problemas com o racismo. Isso, porque eu sei me por no meu lugar, respeitando e exigindo o respeito, principalmente de meus inimigos (racismo e preconceito racial são formas de desrespeito, também).
Racismo, pra mim, é um problema familiar. Se uma criança é racista com o coleguinha na escola, esse sentimento de superioridade foi passado por algum familiar. Ninguém nasce racista. Mas, qual o sentido do racismo, já que está mais do que comprovado que a raça é humana e apenas nos dividimos por cores, originários de diferentes regiões? Na verdade, o racismo contra negros é uma frescura sem sentido. Encaro isso como inveja do negro, que está se mostrando ser muito mais do que foi ensinado. Inveja ou burrice, mesmo, já que, por mais que você prove pra algum racista que o negro não é inferior ao branco, poucos conseguem entender.
Não existem provas consistentes sobre a existência de Zumbi dos Palmares, e pelo que já li sobre ele, não entendo como ainda o chamam de herói. Mas nem me deixo levar por falsos historiadores. A minha realidade sou eu quem faço.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

DJ Deí em Ação_Vol. 39 ( (Rap Gringo)

Meu primeiro set com vídeo clipes, para baixar, ouvir e assistir. Só mixei raps (bling-bling) com seus vídeo clipes oficiais. Como o Youtube apagou 2 postagens deste vídeo, postei no 4shared pra quem quiser assistir. Espero que gostem.
01 Deí – Blog do Deí (Vinheta)
02 Birdman & Lil' Wayne – Stuntin' Like My Daddy
03 Chris Brown  - Look at me now (feat. Lil Wayne & Busta Rhymes)
04 Jibbs (feat. Lil Wayne Young Joc) - Chain Hang Low (Remix)
05 J-Doe (ft Busta Rhymes David Banner & T-Pain) - Coke Dope Crack Smack (Remix)
06 Bone Crusher - Never Scared (Ft Killer Mike And T.I.)
07 R. Kelly - I'm a flirt (Remix)
08 Lil Wayne - How To Love (Shazam Version)



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Mimar o filho estraga a criança


Tava vendo na TV o caso do surto do cantor Luciano, da dupla com o Zezé (pai da Wanessa, que o Rafinha do CQC disse que rangaria ela e o bebê), dizendo num show que não cantará mais com o irmão. Algumas horas depois ele foi internado após ter misturado remédio com cachaça. Teria ele tentado se matar, de arrependido por ter falado o que não devia? Ou seria mais uma jogada de marketing para aparecer na mídia, já que a dupla ta meio sumida? Pra mim o Luciano agiu como uma criança mimada. Feio isso. Deveria agradecer ao irmão por estar onde está, hoje. Jeito feio de chamar a atenção. Eu, no lugar dele, me esconderia dentro de uma caverna e não sairia mais até abaixar a poeira.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Vídeos do Blog - Parte 5 (Covardia)


Além das besteirinhas de sempre, finalizei essa vídeo-montagem com um assunto que me irrita bastante, que é a covardia. Ah, e não se esqueçam de baixar a música O Covarde, que gravei em 2003, no computador de casa, mesmo. Nessa época eu ainda tava aprendendo a mexer com som no PC. Acho que, de lá pra cá, eu evoluí um pouco.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

DJ Deí em Ação_Vol. 38 (Miami Bass)

Muita gente que ouve esse Funk Carioca não sabe que este ritmo empolgante, mas com letras chulas, não passa de um rascunho do Miami Bass. Pra quem quiser entender melhor sobre as origens deste Funk do Rio, esta mix pode ajudar bastante. Encerrei com um dos pioneiros do verdadeiro Funk, o artista James Brown. Pode baixar, ouvir e piratear a vontade.

01 Deí – Abertura MB (2011)
02 Afrika Bambaataa - Planet Rock (1986)
03 Freestyle - It's Automatic (1986)
04 2 Live Crew - Sally (That Girl_1987)
05 MC Shy D - Gotta be tough (1986)
06 Afrika & The Zulu Kings - The Beach (Instrumental_1986)
07 Gigolo Tony & Fat Rome - Smurf Rock (1986)
08 Will To Power – Dreamin (1986)
09 Samuel - Open your eyes (1988)
10 Pretty Poison - Catch Me (I'm Falling_1987)
11 Pro Edit DJ - Mega Old Funk Mix
12 DJ Marlboro - Marlboro Medley (1989)
13 J. J. Fad - Super Sonic (1988)
14 Le Juan Love - I Still Feel Good (1989)
15 James Brown - I got you (i feel good_1965)



domingo, 9 de outubro de 2011

Funk ou Miami?


O funk carioca, que muitos ouvem, hoje, na voz de Valesca Popozuda, MCs Catra, Créu, Serginho e afins, é na verdade, uma cópia xerocada do Miami Bass; gênero estadunidense criado em 1986 por Afrika Bambaataa. Planet Rock foi o primeiro Miami Bass da história. Alguns nomes do Miami Bass que se destacaram na década de 80 nos States foram Stevie B, MC Shy D, 2 Live Crew, J. J. Fad entre outros. No Brasil, sem uma identificação definida, o que nós chamamos de Funk Carioca, hoje, já foi apresentado como Miami Bass, Freestyle, Funk Melody e até Rap.
Já o verdadeiro funk, popularizado na metade da década de 60 pelo artista James Brown, foi um gênero criado, segundo ele, por Little Richard, na década de 50. Alguns artistas e bandas de funk que se destacaram nas décadas de 70 e 80 nos States foram a banda Zapp, The Gap Band, Michael Jackson, Jimmy Bo Horne, Kurtis Blow, que foi um dos precursores do Rap, entre outros. No Brasil, cantores como Gerson King Combo, Tim Maia, Carlos Dafé, Tony Tornado, Lady Zu, Banda Black Rio entre outros, fizeram muitos brasileiros dançar o funk.
A partir da segunda metade da década de 80, o legítimo funk carioca foi influenciado pelo ritmo Miami, vindo da Flórida. Para os especialistas em música, o funk carioca não pode ser chamado de funk, sendo apenas uma derivação do Miami Bass. Resumindo, o funk do rio é, na verdade, um Miami Bass disfarçado. Mas quem sou eu pra mudar? Só to passando uma informação.