segunda-feira, 7 de junho de 2010

Megamix do Facção Central (by DJ Deí)

Esse megamix do Facção Central, criado por mim, é parte integrante da Mixtape 26, de Gangsta Rap Nacional. Baixe ela em http://www.4shared.com/audio/CxWrilUT/De_-_Faco__Megamix_.html.

sábado, 5 de junho de 2010

DJ Deí em Ação_Vol. 26 (Gangsta Rap)

Atendendo a pedidos, minha primeira mix de rap gangsta nacional. Já ouviu falar em rap que espirra sangue? São estes, mesmos. Ouça com moderação, e se tiver problemas psiquiátricos, é recomendável que nem ouça.

01 Deí – Abertura

02 P3 – Ta Rimando (Intro)

03 Sistema Negro – Na Febre

04 Realidade Cruel – Liga Nóis

05 A286 – Fruto de um Estupro

06 Hórus – Infância dos Mortos

07 Facção Central – No Fim Não Existem Rosas

08 Relatos da Invasão – Sem Futuro

09 Assassinato de um delegado (Áudio Original)

10 Face da Morte – Tático Cinza (com Douglas)

11 Império Z/O – Ressurreição (com X-35 3 Dum Dum)

12 Deí – Facção Megamix

13 Facção Central – Isso Aqui é uma Guerra

14 Câmbio Negro – Um tipo acima de qualquer suspeita

15 Facção Central - Sangue,suor e lágrimas

16 GOG – Comédia no Crime

17 Deí – Despedida

http://www.4shared.com/audio/jK3tgMpD/De_-_DJ_De_em_Ao_Vol_26__Gangs.html

HD Virtual: http://www.4shared.com/account/dir/2999233/6d35918e/sharing.html?rnd=99

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Nóia, o antes e o depois

Até hoje, por eu estar envolvido direta ou indiretamente com o rap, muita gente ainda acha que eu tenha algum envolvimento com o crime ou seja usuário de drogas. Infelizmente, a maioria dos que se dizem “do rap” tão na vida loka. Pra mim, cada um, cada um. Ninguém é obrigado a fazer o que não quer. Desde criança, sempre associei o termo “drogas”a coisas ruins. Meu pai sempre me falou que usar drogas não era bom. Então, que lógica teria eu fazer uso de algo que mais tarde poderia me dar prejuízo? Só se eu fosse burro, mesmo. Lembro que, quando eu ainda tinha 14 anos, vários de meus amigos que fumavam maconha já tinham roubado, batido no pai ou na mãe, apanhado da polícia, sido internados na FEBÉM e até morrido. Eu ficava chapado de tabela, quando estava ao lado deles, mas nunca topei fazer fita ou dar uns “pega” na danada (acreditem, nunca fiz uso de drogas ilícitas, além de lança-perfume, é claro). Eles eram os mais temidos (não confunda medo com respeito, é diferente), tinham mais amigos e as minas mais bonitas, sempre estavam a disposição deles. Eu, todo caretão, não tinha os mesmos privilégios, mas também não perdia em nada. Talvez por eu nunca ter experimentado, drogas nunca me fizeram falta

20 anos se passaram (já estamos em 2010). Poucos daqueles que se drogavam há 20 anos conseguiram superar o vício. Poucos conseguiram constituir família e hoje tem uma profissão digna. Outros, dos que ainda não morreram, ainda vivem na dependência do álcool e do crack; enquanto muitos estão presos, internados em clínicas psiquiátricas ou dando trabalho pra família. Você deve estar perguntando, “e as mina”? Daquelas lindas que se aventuravam no crime com eles, muitas delas estão cuidando dos filhos sozinhas, algumas ainda se vendem para alimentar o vício e outras, por motivos diversos, estão presas.

É, meu pai tinha mesmo razão. Drogas faz mal. Se fosse coisa boa, não tinha esse nome. Mas antes, só se afundava no vício das drogas quem quisesse. Hoje, no crack, mesmo não querendo, muita gente só consegue sair quando morre. Ta sendo a mais destrutível, popularmente falando. Mas esse assunto vai ficar pra outra matéria.

Escrevi essa letra alguns dias depois que a Cássia Eller morreu. A letra é do começo de 2002. Baixa aí e ouve: http://www.4shared.com/audio/RmevBCCg/20_De_-_Fim_de_Carreira.html

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Anos 80 (primeira metade)

Fiz, nesse vídeo, um breve resumo do que rolou na primeira metade dos anos 80. Confere aí.


terça-feira, 18 de maio de 2010

Covardia não é coisa de homem

Tava vendo na tv (já faz 2 semanas), que um policial, após ser agredido covardemente por 2 colegas de trabalho (que é de praxe entre a grande maioria dos “polícias”), por legítima defesa acabou desferindo tiros nos companheiros, onde um chegou a óbito. Covardia lamentavelmente acaba nisso, mesmo. Na TV apareceu a vítima dos 2 covardes algemado e chorando, de arrependimento, talvez. Isso aconteceu em Diadema/SP, mas não achei na net, um link do assunto.

Eu no lugar dele, armado, acho que faria a mesma coisa. Se é que já enfrentei um cara maior do que eu, com uma chave de fenda no bolso, mas não a usei; apesar de ter dado e levado socos. Depois disso, o infeliz, quando me vê, abaixa a cabeça. Isso, pra mim, se chama respeito. Um amigo meu, que estava junto na hora da briga, tentou me ajudar, mas não deixei. Sempre fui homem o suficiente para resolver meus problemas sozinho. Se tivesse deixado o meu amigo me ajudar, talvez o final da história poderia ter sido outro.

Nunca gostei de covardia. Ainda sou do tempo em que brigas se resolviam no braço ou na conversa, sem abusar da fraqueza de outros. Sujeito covarde, pra mim, não é homem; já que ele, por não ter competência de se resolver sozinho, sempre conta com o auxílio de outro (s) covarde (s). Sozinho ele se borra todo, que eu já vi. Na minha cidade ta cheia de gente assim. Alguns folgados pisam no seu calo, não pedem desculpa e quando você reclama, eles chamam a família inteira para ajudar. O que dá pra fazer, numa hora dessas? No meu caso, que já fui agredido covardemente por 3 vezes, nada, já que tenho muito a perder. Tem horas que o engolidor de sapos vive muito mais e melhor. Que graça tem sorrir na cadeia, enquanto a mãe de um covarde chora no cemitério? Nenhuma! Mas tudo tem o seu limite. Minha vida é o que tenho de mais importante. A liberdade é um complemento. De matar ou morrer, eu prefiro viver. Sempre respeitando para manter o equilíbrio. Senão a vida fica louca demais. Né?!

Casos de covardia que acabaram da pior maneira

Vou destacar 3.

O primeiro aconteceu no início da década de 90, onde um grandão folgado tinha costume de agredir os mais fracos. Um dia seu cunhado, cansado de apanhar, resolveu reagir com uma faca. Acabou com o grandão morto e o cunhado preso. O grandão levou a pior, já que perdeu todos os direitos que a vida lhe oferecia.

Outro fato aconteceu na saída de uma lanchonete, onde acontecia um pagode. Alguns covardes socaram um Paraíba dentro do pagode. O Paraíba saiu, mas logo voltou. Tinha mais alguém junto com os covardes que resolveu comprar a briga. Entrou de laranja. No momento que ele foi dar uma voadora no Paraíba, este reagiu com uma faca, perfurando-lhe a barriga, caindo parte de seus intestinos no chão. O garoto foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos, falecendo a caminho do hospital.

Outro caso aconteceu com um professor de capoeira. Parece que a treta foi por causa de sua ex-namorada, que já estava com outro. Toda vez que este profissional saia de casa, voltava estourado, de tanto apanhar. Os covardes se acostumaram a bater nele, toda vez que o viam, até que um dia o pai do capoeirista resolveu se meter na confusão, onde acabou sendo agredido, também. Dias depois (acho que em menos de uma semana), só foi dada a notícia de que o capoeirista havia matado um dos caras que agrediu seu pai. Pô, o capoeirista nem era de briga. Enquanto estavam batendo nele, ainda estava sob controle, mas quando esmurraram seu pai, aí a história mudou.

Dentre os 3 casos, deu pra notar que o ser humano é imprevisível e não se deve desacreditar de ninguém, nem de um cachorro vira-lata. Pisa no rabo dele, pra você ver se ele não te morde.

http://www.4shared.com/audio/AmCLCBJ2/11_De_-_O_Covarde.html